segunda-feira, 25 de abril de 2016

Liberado o último trailer de X-Men: Apocalipse

Cartaz divulgação
A Fox Filme liberou nesta segunda-feira, 25 de abril, o último trailer de X-Men: Apocalipse. A película tem previsão de estreia nos cinemas para o mês de maio.

A história de X-Men: Apocalipse passa-se uma década após de Dias de um Futuro Esquecido, sendo uma nova etapa na história. No enredo a alteração de tempo desencadeou um novo e poderoso inimigo. Chales se unirá a Erik, Raven, Hank e aos jovens mutantes Ciclope, Jubileu, Noturno e Jean Grey para que juntos lutem contra o inimigo mais poderoso que já enfrentaram.





sábado, 23 de abril de 2016

Vin Diesel mostra o segundo pôster de Velozes e Furiosos 8

Há cerca de três dias o ator e produtor Vin Diesel publicou na sua página do Facebook o segundo pôster do filme Velozes e Furiosos 8, que deve ser lançado em 14 de abril de 2017. A história se passará em em New York e abrirá a sequência de três histórias. As próximas serão lançadas em 2019 e em 2021.

Divulgação
O oitavo longa da série terá a direção de F.Gary Gray. Em janeiro Diesel já havia compartilhado, no Instagram, um cartaz do filme mostrando a cidade norte-americana e divulgado o slogan do filme "Novas estradas a frente".

Veja o primeiro cartaz aqui.

A série teve seu primeiro filme lançado em 2001 e desde então tem levado milhares de pessoas ao cinema. Além dos sete filmes Velozes e Furiosos, a franquia conta com filmes derivados. O sucesso é tanto que tornou-se um dos lideres de bilheteria, sendo que no ano passado, o sétimo filme da franquia faturou mais de US$1,5 bilhão em bilheterias no mundo.


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Bela, recatada e do "lar"



O perfil de Marcela Temer na revista Veja, intitulado como: Bela recatada e do "lar" moveu o povo nas redes sociais, que ironizaram, criticaram e não pouparam os memes em relação a matéria da Veja. Perceba, não há nada de errado com Marcela, pelo contrário, ela deve ser respeitada pela escolha que fez. O que deve e está sendo criticado é a forma que a revista abordou o tema, deixando claro que o perfil da esposa do vice-presidente deveria ser seguido por este ser o ideal. Só que a Veja esqueceu que assim como Marcela, todas nós temos o direito de escolher o que queremos fazer de nossas vidas. Nós somos as únicas que devemos escolher entre o bela, bonita e ou charmosa, entre o recatada e o despojada, e entre o lar ou o bar ou o parquinho de diversão.

Não existe problema em ser chamada de bela a não ser que este adjetivo venha acompanhado de um velho preceito em que a mulher se torna objeto e o seu valor está diretamente relacionado ao quão agradável ela é aos olhos dos outros. Só que a beleza feminina não está no perfil estético, e sim, além de suas expectativas, das suas lutas e do seu caráter. Os mais velhos dizem isso com primazia. Bonita é aquela pessoa que consegue botar a cabeça no travesseiro a noite e dorme tranquilo, porque sabe que suas ações não são contra-lei e que é livre para pensar e agir.

Mulher bonita é aquela que luta, é aquela que sabe o seu lugar no mundo!

Recatada é a mulher que prefere ficar na sua, tendem ser mais observadoras e entre poucos amigos. Mas na visão machista o recatada é o fato da mulher não enfrentar os preceitos sociais que existem, é ser submissa ao marido, É a mulher que "se dá ao respeito", que não discute assuntos de homem, que fica recolhida a sua própria insignificância.

Mulher tem o direito de escolher falar e fazer o que tiver vontade!

E para finalizar tem o do "lar", assim mesmo, com as aspas. Ser do lar é uma profissão nobre, meus senhores. Afinal cuidar de uma casa, dos filhos é um trabalho exaustivo e que poucos, entre homens e mulheres, podem realizar sem medo de que falte dinheiro em casa. Só que no perfil, o ser do LAR foi além da escolha da Marcela de cuidar da sua família com calma. Demostrou uma moça, bacharela em direito, quase submissa em esperar, em São Paulo, pelo marido Michel Temer, que passa boa parte do tempo em Brasília, em virtude da vice-presidência.

Quando o do lar veio após o recatada sabemos que o temo trata a mulher como alguém que não deve se expor, deve ser uma boa esposa e que deve ocupar o seu lugar de mulher na sociedade.

Lar, bar, parquinho, circo... Lugar de mulher é onde ela bem entender. 

Mulher pode estar onde quiser, pode fazer o que tem vontade, segue a tendência que bem quiser. A visão de Marcela pela revista Veja mostra um perfil que os machistas amam. Uma bonequinha de luxo, para acompanhar os homens em eventos sociais e esperar por eles em casa com tudo arrumado e as crianças de banho tomado.

A escolha por ser dona de casa de Marcela é um direito dela. Se ela está feliz assim, maravilha. Só não podemos esquecer que ninguém tem o direito de obrigar ninguém a ser como ela. Lugar de mulher é no lar cuidando da casa, é no bar tomando um chopp, é no circo sendo mágica, é na gerencia ou na diretoria de uma empresa. Lugar de mulher é onde ela quiser e fazendo o que bem entender!

#ConversasDeBar

sábado, 16 de abril de 2016

#Conto O reino de Brasurdo

Donwlonds Wallpapers
Era um reino tão bonito o Brasurdo! Tinha águas doces e cristalinas por todo canto, terras férteis para plantar, cada região uma comida diferente. As árvores frutíferas tinham aos montes, de todos os tipos e de todos os tamanhos. Tinha banana, laranja, morango, jaca, mamão, uva, maracujá, guaraná, açaí, bergamota...

O povo era composto por pessoas diferentes de culturas diferentes, que se completavam. Eram todos muito felizes e com peitos inflados de esperança. Era um paraíso na terra para quem via pela primeira vez. Mas apenas uma ilusão. 

Ao observar o reino Brasurdo de perto o estrangeiro sente um nó a apertar na garganta. O povo de sorriso fácil não era tão feliz assim, a esperança só existia. 

A educação dos pequenos estava sucateada pelo esquecimento dos gestores de nível estadual e municipal. As pessoas estavam reféns e presas dentro de suas próprias casas, já que caminhar pelas ruas não era mais seguro em virtude de assaltos e sequestros. Nem quem é muito pobre escapa, e vê o pouco que tem ser levado por quem deveria estar preso. 

Freepik
O trânsito já não estava tão transitório assim, pois houve um aumento gigantesco de carros na rua. Carros com seguros caros, pois quando são roubados raramente voltam inteiros aos donos. 

Nas esquinas movimentadas os vendedores de drogas ilícitas não tinham mais medo nem vergonha de realizar seus negócios. O tráfico rolava solto em algumas regiões. 

Jovens, a maioria meninos da periferia, eram mortos sem motivo. Alguns por terem envolvimento com tráfico, outros por ser trabalhador, entanto muitos por estar no lugar errado na hora errada. É bandido que aperta o gatilho, seja ele quem fosse. Nem quem deveria proteger a sociedade realiza seu trabalho. 

O preconceito, de todas as formas, se mostrava nítido. Não apenas na internet, socialmente, não apenas por pessoas comuns, mas alguns políticos também demostravam ódio ao diferente em discursos.

Os rios e lagos morriam aos poucos nos grandes centros urbanos. Nem o mar se salvava. Mas até no campo, onde a população retirava o seu pão, conseguiu sobreviver a ganância. Uma empresa enorme não levou em consideração a avaliação que dizia que o estoque de dejetos da usina romperia. Disseram os diretores “não é nada, vai suportar até o novo estoque ficar pronto (daqui duas décadas)”. Só que o estoque não suportou, rompeu, tirou vidas, destruiu cidades, matou o rio, acabaram os peixes. Pescadores, índios... Todos daquela região perderam trabalho e meio de sobrevivência. 

A tragédia chocou todos, principalmente porque o povo sabia que aquilo não era acidente. Porém os governantes daquele reino pouco se importaram, pois o foco deles é destituir do trono a imperatriz. 

A imperatriz, escolhida pelo povo de Brasurdo, pediu tantos empréstimos que deu um problema no caixa do governo, e bem, ela não contou isso. Alguns dos seus apoiadores foram flagrados desviado dinheiro de empresas do império, assim como outros políticos foram pegos em investigações da Polícia Imperial. A mesma investigação descobriu também fraudes nos governos imperiais anteriores. 

Como a imperatriz não era boa na fala, seus apoiadores sendo investigados pela justiça, formou-se uma comissão para tirá-la do poder. Uma bagunça total. Já que essa comissão que a julgaria era composta por investigados. E justamente aqueles que eram réus poderiam assumir o poder de Brasurdo. 

Nos jornais do reino não se falava em outra coisa, era como se apenas o assunto destronar a imperatriz existisse no país. E pior, eles escolheram um lado e em vez de noticiarem, só demostravam matéria mais matéria o apoio a queda. Os políticos só se importavam com isso, enquanto o império vivia uma forte crise econômica e o povo aos poucos definhava de fome, com a educação com uma péssima qualidade, sem segurança e sem emprego.

Nas ruas movimentos pró e contra a queda da imperatriz. No meio disso tudo muitas pessoas que nem mesmo sabiam direito o que acontecia. 

Banco de imagens
Enquanto a votação não saia, enquanto o medo dos corruptos no poder continuava, a bagunça no governo imperial e nos governos regionais se mantinha quem sofria eram os brasurdianos. E os problemas, muitos fáceis de resolver seguiam. Afinal os problemas sociais importavam menos a grande maioria dos políticos, já que o que eles queriam era viver, como diz o dito popular, mamando nas tetas do governo.


*Este conto foi escrito no dia 16 de abril de 2016  e qualquer relação com a realidade não é mera coincidência 

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Liberado o trailer dois de Animais Fantásticos e Onde Habitam

Aquele momento: Eu na mala?
#CaiuOForninho! Neste domingo, 10 de abril, a Warner Bros liberou o trailer dois do Animais Fantásticos e Onde Habitam. 
O vídeo tem pouco mais de dois minutos conta um pouquinho do que veremos nas telas dos cinemas a partir de novembro. A obra é inspirada no livro de J.K Rowling sob o pseudônimo de Newt Scamander, em 2001. Como o livro é tido como uma continuidade da saga Harry Potter, os fãs do bruxinho foram a loucura. Não é por menos, Animais Fantásticos e Onde Habitam é um dos livros lidos e usados na escola de Hogwarts, e é citado no Harry Potter e a pedra filosofal. 

A história do filme se passará nos anos de 1970, antes do nascimento de Potter. É um estudo  um estudo da magizoologia, termo criado por J. K. Rowling para designar aquelas criaturas que possuem poderes que uma criatura normal não possui. Esses animais incluem criaturas de variadas mitologias 

No vídeo divulgado na noite de domingo destaca destaca Eddie Redmayne como Newt Scamander, que por sua vez lembra Dumbledore.



domingo, 10 de abril de 2016

Uma pequena casa de Chá em Cabul: um dos melhores livros lançados em 2015


Desde dezembro devo aqui uma resenha sobre um livro que li que me chamou muito a atenção: Uma Pequena Casa de Chá em Cabul, de Deborah Rodriguez. O motivo simples, acho que expliquei por aqui, foi o fato da história ter me envolvido de tal forma que escrever qualquer coisa naquele momento seria ruim. A obra sem dúvida é uma das melhores lançadas em 2015 e merece muito a atenção.

Quem me conhece sabe que não sou dada a romances no qual o mocinho está sempre ali, a mocinha é delicada e os dois lutam contra tudo e todos. E talvez esse seja o principal fato de eu ter gostado da história contada por Deborah em 304 páginas, editada no Brasil pela LeYa.

Uma pequena casa de Chá em Cabul conta a história de cinco mulheres que tentam sobreviver numa Cabul que ruma ao retrocesso, que aos poucos tem se transformada em mais machista e fanática religiosa, no qual matar em nome de Deus é permitido. A narrativa não se passa no atual Afeganistão, mas nas décadas passadas.

O centro da história é a casa de chá, da norte-americana Sunny, sendo que é lá que Isabel, a jovem viúva afegã, que está grávida, encontra abrigo, após ser roubada de seu vilarejo e abandonada nas ruas da violenta Cabul, e futuramente é local que também abrigará a irmã caçula dela. Na casa também é o local onde a velha Halajan consegue ainda viver o pouco de liberdade que lhe resta e relembra os momentos do Afeganistão na década de 1970, no mesmo momento que batalha para o filho não se tornar um reacionário e vive um amor, que foge de todas as regras. Nesta casa, a jornalista inglesa Isabel encontra coragem para mostrar a realidade das mulheres e crianças afegãs, assim como Candace encontra um objetivo de vida.

Cinco mulheres, uma diferente da outra, com ambições e ritmos diferentes. Paixões diferentes não vivem sozinhas, personagens secundários aparecem, são fixos e são extremamente importantes para manter a narrativa viva, assim como os debates sociais que fazem parte da rotina da casa de chá.

Uma ótima história, fácil de ler e envolvente. Isso se dá graças a qualidade escrita apresentada pela história, que com maestria soube ligar de forma sutil cada personagem, para que cada um tivesse a sua própria vida e ao mesmo tempo a compartilhasse com todos. Além da ligação correta dos tempos, deixando claro, quando era lembrança, quando era sonho e quando era momento presente.

Não posso também deixar de falar que a tradução é de supra importância, já que se mal feita atrapalha a compreensão da obra e a deixa desinteressante. Neste caso, a tradutora e artista plástica,  Alice Klesck, está mais uma vez de parabéns pelo excelente trabalho, sendo ela uma das responsáveis pelo sucesso da obra.

Enfim, Uma pequena casa de chá em Cabul é uma leitura recomendável para quem quiser conhecer algo novo, mas acima de tudo quer se despir de preconceitos e conhecer mais o Afeganistão.


sexta-feira, 8 de abril de 2016

Alice no País das Maravilhas será encenada em Libras

Alice será vivida por Brenda Artigas /  Foto: Fabrício Simões - Divulgação
No dia 12 de abril a UFRGS receberá a montagem Alice do País das Maravilhas na Língua Brasileira de Sinais (Libras). A peça tem entrada franca, acontecerá, às 20h, no Salão de Atos (Prédio 12108 – Av. Paulo Gama, 110 – Campus Centro), com distribuição de senhas a partir de 19h.

Diferentemente do convencional, em que a tradução é feita para a língua de sinais, neste espetáculo é realizada uma adaptação para o público ouvinte por meio da narração dos acontecimentos e das falas. O espetáculo é pensado para as pessoas com deficiência, e assim a acessibilidade é feita para os ouvintes.

A peça transita por um universo fantástico, no qual os personagens saltam das páginas dos livros para o palco. Os cenários e figurinos são gigantescas dobraduras de papel (origamis) que se transformam constantemente diante do público. A interpretação fica a cargo do grupo Signatores, único da região Sul do Brasil composto por artistas surdos.

Quem dá vida a Alice é a atriz Brenda Artigas, e completam o elenco os atores Bruno Anjos, Karina Moraes, Márcio de Lima, Rosiglei Vieira, Umberto da Rosa.

A atividade faz parte da programação do III Encontro de Cidades e Universidades, que busca fomentar a participação das cidades no processo de integração regional do Mercosul e colaborar com a consolidação de um bloco transnacional mais justo e cidadão.

Informações são do site da UFRGS