Mostrar mensagens com a etiqueta #Esportes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta #Esportes. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Grêmio #ReiDeCopas

Uma foto publicada por Bruna Santos de Souza (@ssbruna) em

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Aquele momento: Oi!?

Hoje vi no Twitter o seguinte vídeo:


Depois tive a reação: OI?!

E a triste constatação que o Internacional é maior que o comentário do dirigente. Que era melhor o Fernando Carvalho ficar quieto. Que a torcida vermelha é maior que essa opinião. Que muita coisa explica porque o colorado poderá em breve visitar a série B.

domingo, 15 de maio de 2016

EHF Cup conhece o seu campeão

Göppingen/ Foto: EHF
A EHF Cup Masculina conheceu neste domingo o seu campeão: O Göpping.

O time alemão encarou o Nates e venceu por 32 a 26. A terceira colocação ficou com o Granollers que encarou o Chambery Savoie e venceu por 25 a 21.

Granollers na partida contra o Chambery Savoie
A competição é a segunda maior da Europa quando o assunto é handebol. Confira aqui a cônica completa da partida final.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Ygor Coelho é o 1º brasileiro a se classificar no badminton pelo ranking aos Jogos Olímpicos

Ygor Coelho classificado para a Rio 2016
Na última quinta-feira, 5 de maio, Ygor Coelho, de 19 anos, atleta de badminton, se tornou o primeiro brasileiro a se classificar para uma Olimpíada pelo ranking. Ygor alcançou a 60ª posição geram o que o tornou o brasileiro mais bem classificado na história.

O jovem começou a prática esportiva no projeto Miratus, criado pelo pai dele, Sebastião Dias de Oliveira. O projeto atualmente atende 200 crianças na comunidade da Chacrinha, em Jacarepaguá (RJ), no qual os alunos recebem reforço escolar, realizam atividades de lazer e praticam o Badminton. O Miratus conta com o patrocínio da Lamsa e tem o apoio do Instituto Invepar.

Com a classificação Ygor Coelho disputará em agosto os Jogos Olímpicos Rio 2016.

Fã de Neymar, jogador do Barcelona, Ygor disse que se inspira nele como atleta. Em entrevista ao Extra ele também ressaltou que é fã de Ayrton Sena. A admiração veio após assistir o documentário do piloto em um amigo secreto na Nissan, marca que o patrocina. Segundo Ygor eles se tornaram referência pela dedicação ao esporte e por tudo que eles conquistaram.

As provas do badminton na Rio 2016 acontecerão de 11 a 20 de agosto.

#Esportes

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Doodle em homenagem aos 120 anos das Olimpíadas da Era Moderna

Doodle 120 anos de Olimpíadas da Era Moderna
Há exatos 120 anos começava os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. Em homenagem a data o Doodle desta quarta-feira tem como tema a lembrança destes que marcaram toda uma geração.

Era 6 de abril de 1896 que foi aberta a primeira Olimpíada, em Atenas, recriada pelo professor francês Barão de Coubertin. A competição, bem menor que as edições atuais, durou 9 dias, se encerrando no dia 15 do mesmo mês.

Abertura dos Jogos Olímpicos de 1896
Participaram 240 atletas, todos do naipe masculino, que representaram 14 países, sendo o Chile e Estados Unidos, os únicos representantes das Américas. Foram 43 eventos em nove esportes.

O primeiro vencedor na prova de maratonas foi o grego Spiridon Louis, que trabalhava como pastor de ovelhas e carteiro. No levantamento de peso o medalhista de ouro foi o dinamarquês Viggo Jense. Um detalhe interessante na conquista desta medalha: empatado com o britânico Launceston Elliot na decisão, no qual ambos levantaram 111,5 kg, Jensen foi escolhido como vencedor, já que os árbitros consideram que ele tinha um estilo melhor de levantar que o inglês.

Spiridon Louis
Elliot, por sua vez, ficou com a medalha de ouro na prova de levantamento com uma mão. O britânico levantou 71 kg, enquanto o dinamarquês levantou apenas 57 kg.

Além do atletismo e do levantamento de peso, a primeira Olimpíada teve os seguintes esportes:

Atletismo;
Ciclismo;
Esgrima;
Ginástica;
Halterofilismo;
Lutas;
Natação;
Tênis;
Tiro.

Os Estados Unidos encerram a participação em primeiro lugar no quadro geral de medalhas, com 20 medalhas, sendo 11 de ouro. A Grécia ficou com segundo lugar, conquistou 46 medalhas no total, sendo 10 de ouro.

O Esporte como instrumento da paz

Barão de Coubertin
O Barão de Coubertin não só recriou os Jogos Olímpicos como teve um importante papel no desenvolvimento do esporte. Foi ele um dos responsáveis pela criação do Comitê Olímpico Internacional (COI),em 1894. O Barão foi Secretário -Geral do COI até 1896, quando se tornou presidente, após a renuncia Demetrius Vikelas.

O Barão de Coubertin acreditava que o esporte era o único instrumento capaz de unir diferentes povos, credos e religiões, sendo um meio de acabar com as guerras.

#Esportes

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Guilherme Toldo é Bicampeão do Campeonato Nacional de Esgrima São Paulo 2016

Desde a última sexta-feira, 19 de fevereiro, aconteceu no SESC Pompéia, na capital paulista, o Campeonato Nacional São Paulo 2016. A competição de esgrima teve como Bicampeão o o gaúcho Guilherme Toldo, neste domingo a tarde, dia 21. Ainda era manhã quando Guilherme venceu as oitavas e foi para as quartas de finais. No começo da tarde, após uma luta equilibrada, o esgrimista conquistou mais uma vitória, por 15 a 8, sobre Heitor Shimbo. Já nas semifinais Toldo encarou João Souza, e venceu pelo placar de 15 a 7.
Na grande final Guilherme x Enrique Marques! O duelo começou intenso, mas aos poucos o gaúcho conseguiu superar o atleta do EC Pinheiros, abrindo vantagem na primeira parcial: 10 a 3. A luta continuou com Toldo a frente até o minuto final, garantindo a Guilherme a vitória, por 15 a 7. Guilherme busca por pontos para completar o índice para disputar os Jogos Olímpicos Rio 2016. Na temporada 2015/2016 esse é o quarto título do atleta, que está classificado para as Olimpíadas na Esgrima Florete por equipes. Essa é a segunda vez que Guilherme conquista o Campeonato Nacional São Paulo. O primeiro título veio em 2014. Entre muitos títulos do esgrimista vale destacar o Campeonato Brasileiro 2015 e a Prata no Pan-Americano Toronto 2015 e o título de Atleta do Ano na Esgrima no Prêmio Brasil Olímpico 2011. Veja abaixo trecho de entrevista com Guilherme após a conquista do bicampeonato. *As fotos são de Rodrigo Figliolini, MPV Sportes #Esportes

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

No futsal feminino mundial quem manda é o Brasil

As meninas do Brasil comemoram a invencibilidade/ Foto: Divulgação
No futsal feminino mundial quem manda é o Brasil, isso porque nesta manhã de segunda-feira, 30 de novembro, a Seleção Brasileira conquistou o hexacampeonato.

Depois de golear a Espanha nas semifinais, placar de 4 a 0, as brasileiras encaram na final a Rússia. A tarefa não foi fácil, já que as duas seleções estavam invictas. A partida foi bastante disputada, mas o Brasil conseguiu furar o bloqueio da defesa e colocou a bola na rede algumas vezes, no final, vitória para as brasileiras por 3 a 0.

Com o título a Seleção Brasileira é Hexacampeã Mundial e líder absoluto no ranking Fifa.

A terceira colocação ficou com a Espanha que venceu Portugal, por 9 a 1.

A competição é realizada desde 2010 e em todas o Brasil foi para a final sem nunca perder. A primeira edição aconteceu  na Espanha, o vice foi Portugal e a terceira colocação foi partilhada ente as seleções espanhola e russa.

A edição 2015 foi realizada na Cidade de Guatemala, Guatemala. Veja abaixo as sedes e as três melhores seleções de cada edição



Veja abaixo escalação das Hexacampeãs Mundiais:

Goleiras: Giga (Female/Chapecó-SC), Bianca (Cianorte-PR) e Missi Papst (Unifor-CE);

Fixas: Tatiane (Female/Chapecó-SC), Diana Santos (Barateiro/Brusque-SC) e Valéria Schmidt (Female/Chapecó-SC)

Alas: Tampa (Female/Chapecó-SC), Vanessa Pereira (Sinnai-ITA), Jessika Manieri (Barateiro/Brusque-SC), Amanda Lyssa (Barateiro/Brusque-SC) e Luísa Mayara (Barateiro/Brusque-SC)

Pivôs: Luciléia (Lazio-ITA), Caroline da Silva (Barateiro/ Brusque-SC) e Juliana Delgado (Atlético de Madri-ESP)

Técnico:  Wilson Sabóia

#Esportes

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Seleção Brasileira de Nado Sincronizado quer superar o bronze no Pan-Americano

Lara em Montreal para treinados da Seleção/ Foto: Twitter da atleta.
Pouco antes de embarcar para a última fase de treinos antes dos Jogos Pan-Americanos de Desportos, a capitã da Seleção Brasileira de Nado Sincronizado, Lara Teixeira, conversou com fãs e curiosos pelo Twitter. Ela falou sobre as expectativas da Seleção para o Pan, quando começou no esporte e também sobre alguns problemas que atrapalham o desenvolvimento do nado sincronizado no Brasil.

Lara, 27 anos, já representou o Brasil em importantes competições, sendo as principais os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, e os Jogos de Londres, em 2012. "Batalhamos muito pela final em Londres e perdemos por muito pouco. Algo que estamos atrás!", disse a atleta.

A expectativa da Seleção é repetir o bronze do Pan de 2011 ou superá-lo. As meninas, segundo Lara, querem fazer a história do nado sincronizado brasileiro. "Queremos competir muito muito bem no Pan-Americano!", falou.

Seleção Brasileira em jogo da Seleção Feminina de Futebol./Foto: Nado Sincronizado Brasil


A rotina das atletas é bastante exigente. As meninas treinam de segunda-feira a sábado, cerca de sete horas por dia. No dia 9 de junho a Seleção foi para o Canadá, país que receberá os Jogos, para realizar uma série de treinamentos, conhecido como training camp, que terá duração de três semanas.

Lara contou que seu interesse pelo esporte veio quando ela ainda era criança. "Aos oito anos observava o Nado e achava o esporte muito bonito. Acabei me envolvendo com ele na época", lembrou. Sendo que suas referências iniciais foram Roberta Fernandes e Gemma Mengual.

Apesar da Seleção ter uma mescla de atletas com experiência em Pan e Olimpíadas e meninas que são novatas na seleção principal, Lara disse que o esporte ainda sofre problemas para se desenvolver no País. "Falta de técnicas (em número) para dar treinos, falta de clubes que pratiquem o esporte, além de uma série de pontos a melhorar", ressaltou.

Em mensagem final, Lara deixou o seguinte recado: "Procurem sempre fazer as coisas com amor, independente do que faz, dentro ou fora do esporte. Fazendo com o coração, por paixão, você supera".

O Pan-Americano de Desportos acontecerá em Toronto, no Canadá, de 10 a 26 de julho deste ano. Porém, as provas do nado sincronizado serão nos dias 9 e 11 de julho. Foram convocadas para o Pan:

Seleção Brasileira de Nado Sincronizado

Dueto

Luisa Borges (Fluminense)
Maria Eduarda Miccuci (Fluminense)

Equipe

Luisa Borges (Fluminense)
Maria Eduarda Miccuci (Fluminense)
Lorena Molinos (Flamengo)
Beatriz Feres (Tijuca Tênis)
Branca Feres (Tijuca Tênis)
Maria Bruno (Fluminense)
Pamela Nogueira (Tijuca Tênis)
Sabrine Lowe (Paineiras do Morumby)
Lara Teixeira (Paineiras do Morumby)

Técnicas

Julie Sauvé
Maura Xavier

Chefe de Equipe

Gláucia Soutinho

-------------------------------------------
A conversa aconteceu na semana passada, mas somente hoje consegui contar um pouco dela. A Seleção Brasileira de Nado Sincronizado já está em Montreal, no Canadá e aproveita para acompanhar de perto os jogos da Seleção Brasileira Feminina, no Mundial de Futebol.

#Esportes

quarta-feira, 11 de março de 2015

Conheça um pouco de Marleide Silva - Heptacampeã Brasileira no Paraciclismo

Marleide no Mundial 2013/Foto: álbum pessoal da atleta
Há um tempo atrás tive o prazer de conversar com Marleide Maria da Silva, a primeira triatleta com deficiência visual, do Brasil. Marleide não nasceu cega, perdeu a visão em decorrência a uma doença que atacou a sua retina. Ela não teve medo, mas teve que se adaptar a nova condição. Contou com a ajuda da família e de amigos. Entre os seus principais títulos está a prata no Mundial de Triathlon 2014, o bicampeonato no Brasileiro da modalidade (conquistados em 2013 e 2014), e o ouro no Pan-Americano da modalidade, em 2013. Marleide também compete no paraciclismo e é Heptacampeã Brasileira no Paraciclismo de Estrada, títulos ganhos de 2008 a 2014.

Só que nem tudo é flores na vida da primeira triatleta deficiente visual da América Latina. Ela precisa de ajuda financeira para poder participar do Campeonato Panamericano de Paratriathlon 2015, em Monterrey, no México. Os interessados em doar, qualquer valor, podem fazer clicando aqui, até 31 de março*.

Conheça um pouco mais da história de Marleide:

Bruna Souza - Eu li que perdeste a visão por causa de uma doença chamada de retinose pigmentar. Como o esporte entrou na tua vida e qual a importância que a prática esportiva teve para a superação deste problema?

Marleide Silva - Sim, é verdade. Eu recebi a notícia que eu perderia a visão, quando aos 22 anos dei à luz ao meu único filho. O médico me informou que isso poderia acontecer dentro de dias, de meses, de anos ou talvez até nunca viesse a acontecer. Então, a cada dia que eu acordava e podia enxergar, eu agradecia a Deus. E Ele foi tão bondoso que atendeu ao meu pedido de não perder a visão antes de poder criar o meu filho. Quando aconteceu, ele já tinha 13 anos. O esporte entrou em minha vida graças ao convite de minha irmã Neide, que também é deficiente visual. Ele já morava em Santos e soube de um projeto chamado Motivação criado pelo sargento Wilson, da polícia Militar, que ensinava diversas modalidades esportivas a pessoas com deficiência. Comecei então a correr, e logo em seguida tomei gosto pela natação também. Por último conheci o ciclismo. Esses dois últimos pelas escolinhas de esportes de Santos. Hoje pratico as 3 modalidades separadamente, e também faço o triathlon. O esporte me fez entender que mesmo com minhas limitações, eu poderia levar uma vida praticamente normal, o que me deu maior segurança e independência.
Pan-Americano/Foto: álbum pessoal da atleta
Bruna - Por que decidiste a fazer triathlon?

Marleide - O triathlon foi minha paixão desde o início, pois percebi que apesar da dificuldade para completar o percurso, eu me sentia realizada a cada transição de uma modalidade para a outra. Terminar o triathlon então, era um prazer. Quando faço triathlon esqueço o cansaço e os problemas que tenho com a falta de estrutura.

Bruna  - O que consideras o mais difícil nesta profissão de atleta?

Marleide  - O mais difícil com certeza é conseguir ajuda financeira ou assessoria esportiva. Conciliar os treinos com o tempo de minhas guias também é um problema, pois cada uma tem seu trabalho, e infelizmente não posso custear os treinos. Todas elas prestam um serviço voluntário! São meus olhos. Sem elas eu não saio do lugar.

Copa do Brasil Paraciclismo 2014/Foto: álbum pessoal da atleta
Bruna  - Percebeste muitas mudanças na tua autoestima depois que viraste atleta?

Marleide  - As mudanças aconteceram porque como com qualquer atleta, o esporte dá maior disposição e melhora muito a autoestima. No meu caso, o esporte não deixou que eu me entregasse às lamúrias ou ao mau-humor e me impediu de sentir pena de mim mesma. Eu me tornei uma pessoa independente, autoconfiante e segura. E por consequência disso tudo, mais feliz!

Bruna  - Hoje o que consideras ser o mais complicado para o atleta que possui algum tipo de deficiência?

Marleide  - Por mais títulos que um paratleta tenha e por mais que ele prove que é capaz, infelizmente não é reconhecido. Veja o caso das Paralimpíadas de Londres, por exemplo: Todos viram o desempenho dos atletas com deficiência e a quantidade de medalhas que trouxeram para o país. Mesmo assim, o que aparecia nos noticiários eram apenas os resultados dos mesmos! Alguém acompanhou as paralimpíadas pela TV? Houve alguma cobertura de alguma emissora, como acontece com as Olimpíadas? Não. E é sabido que um paratleta, naturalmente se desdobra ainda mais para superar seus limites. Ainda assim poucos dão o devido valor à nós. É difícil conviver com isso. Mas acredito que muita coisa já melhorou e tenho fé que a tendência seja melhorar cada vez mais.

Marleide foi bronze no Mundial de Londres/Foto: álbum pessoal da atleta
*O Pan-Americano de Paratriathlon será a partir de 2 de Maio.

#Esportes