quarta-feira, 9 de abril de 2014

#SalveAbrolhos e garanta a viagem das tartarugas


Foto: Luciano Candisani/iLCP

Várias espécies de tartarugas se deslocam durante vários dias para colocar seus ovos no arquipélago de Abrolhos. Mas com a poluição e a pesca irregular essa viagem está em perigo. Além disso também é necessário que o Abrolhos seja preservado, já que é riquíssimo em vida marinha. Dá para ajudar de várias maneiras e uma delas é assinando  uma petição que pedirá a presidenta Dilma Roussef e para os governadores do Espírito Santo e da Bahia uma maior atenção e cuidado com o local.
Assine e participe da campanha #SalveAbrolhos http://goo.gl/GcfXpY

A campanha inteira e outras formas de participação podem ser conferidos no site Adote Abrolhos.

Lembre-se que mantendo o ecossistema em bom estado nós saímos lucrando. Garantir a sobrevivência das espécies é uma forma de manter viva a nossa.

sábado, 5 de abril de 2014

QLQRUA: Se estes Jacarandás falassem...

Parte da Praça da Alfândega/ Foto: Wikipédia
Os grandes e sinuosos Jacarandás da praça da Alfandega já viram muita coisa acontecer. Viram a cidade crescer, se desenvolver. Viram a violência de perto, viram os momentos de paz. Estavam lá firmes e fortes quando, na década de 1940, as águas do Guaíba resolveram invadir Porto Alegre. Lá estão eles a cada sol forte, frio congelante, aguentando as enchentes cada vez que chove.

Se fossem pessoas ou pudessem falar quantas histórias eles iriam nos contar. Seriam certamente para todos os estilos. Quantos casais não deram seus primeiros beijos embaixo das sombras destas árvores? Quantos casais deixaram de ser enamorados? Quantas amizades ali foram feitas...

Os Jacarandás certamente viram a cena boêmia de Porto Alegre nascer. Foram inspiração a poetas como Mário Quintana. Foram e ainda são o principal abrigo para a Feira do Livro.

Num tempo não muito passado, lá pelos anos de 1970, me foi contado que eram nos galhos dos Jacarandás da Praça da Alfândega que os jovens que lutavam contra a Ditadura Militar se escondiam da polícia. Durante as manifestações os militares iam para cima dos protestantes e sem opção estes se dispersavam. Muitos corriam para a praça, jogavam bolitas para atrapalhar os cavalos dos soldados, o que facilitava a fuga. "Como macacos subíamos bem alto e lá ficávamos até a polícia ir embora", me contou um amigo* da minha família. Era perigoso, mas era a única opção. Teve um dia que a única companhia que ele teve foi a do Jacarandá. "Meu pai me deixou lá em cima por 12 horas. Quando desci ouvi que nunca mais era para ir a manifestações. Ele não ia mais interceder por mim diante os soldados nem me tirar de cima das árvores. Minha sorte é que logo começou a abertura e sosseguei. Tive medo.", completou.

Dentre muitas outras histórias tem também a do casal** que estavam sob a sombra dos Jacarandás quando descobriram que estavam esperando um filho. De acordo com a narrativa, eles saíram do laboratório com o exame nas mãos, porém sem coragem para abrir. Caminharam ansiosos até a Praça da Alfândega, se sentaram e observaram a natureza. As flores do local deram o toque que faltava, envelope aberto. Era o primeiro filho dos jovens, recebido de forma poética em meio a primavera.

Estes símbolos tão marcantes da agitada metrópole são pacientes. Trazem calma para o local mais agitado de Porto Alegre. Mais que simples árvores, são parte integrantes da capital gaúcha, personagem e também contador de histórias.

Ah, se estes Jacarandás falassem...

Mais da série Em Qualquer Rua aqui!
_____________________________________________________________

*Este amigo da família conta essa história agora, até pouco tempo atrás nem sabíamos disso. Preferi preservar o nome dele, pois sei que apesar de ele achar graça (ri quando conta) não gosta muito de tocar no assunto.

**Ouvi essa história quando duas mulheres conversavam. Achei bonita e resolvi contar. 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Imparcial em todos os jogos, menos nos jogos do Grêmio na Libertadores


Imagem: Bruna Souza
Ser jornalista é algo que me enche de orgulho, apesar do desemprego (mas não da falta de trabalho). Acho tranquilo dizer que eu sou Bruna, gaúcha, leonina, filha da Marli e do Pedro, com irmão, cachorras, passarinhos e jornalista. Essa profissão é do tipo que tu nunca está, mas sempre será. Escrever sobre esporte me pôs em um dilema. Confessar ou não meu time de futebol, meu time de coração?

Resolvi que sim, mesmo com conselhos contra. Se treinador pode dizer para qual equipe torce, por que o jornalista não pode? Sim, meus caros, aos que ainda não sabem meu coração bate mais forte pelo Grêmio.

Não pensem que não sei ser imparcial. Sei reconhecer quando os outros times estão jogando bem, tanto que já elogiei o rival e co-irmão Internacional (o mesmo que no passado fiz piadinhas). Sou acima de tudo profissional, correta e sem time em qualquer jogo. Mas não me peça para ser isenta em dia de partida do Grêmio na Libertadores. Nesta hora a maldita e doce paixão fala mais alto.

PS: brinquei com derrota de vários outros times, mas não me entendam mal. Faz parte dessa coisa chamada futebol.

Nota não mental: isso é um breve desabafo.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

No verão...

Expectativa:



Realidade:

--------------------------------------------------------------------------------------------
Não resisti a piada. Em um dos verões mais quentes de Porto Alegre ter a sensação de derretimento é quase inevitável. Eu amo o verão, mas confesso que ele maltrata. Tem um porém, esse calorão todo afastou as minhas eternas companheiras rinite e sinusite, kkkkkk. 

sábado, 1 de fevereiro de 2014

#ConversasdeBar: Precisamos falar, mas também sentir

foto: banco de imagens
Precisamos falar, mas também sentir. Falar mais sobre o amor e também senti-lo. Primeiro sentir o que é e assim por em prática a palavra dita.

O amor que devemos sentir não deve em hipótese nenhuma ser ligada ao sexo e a sexualidade. Sentimento não reconhece e não entende bem o que é isso. Lembre-se sempre que o amor de verdade é aquele que deve ser sentido e falado, mas jamais deve vir vestido com preconceitos, ele é puro demais.

O nosso primeiro encontro com o amor foi ainda quando eramos bebês. Alguns de nós experimentou o amor antes de nascer, outros naquele exato momento que puxou o ar para os pulmões, enquanto outros encontrou esse sentimento alguns minutos depois.

Aprendemos a amar ou já nascemos sabendo? Eu acredito que assim como nos animais já viemos ao mundo amando. Vamos descobrindo a lidar com ele de acordo com que vivemos. Crianças amam muito. Pais, irmão, vós, amigos, moedas, balas, professores, brinquedos, chocolate, brincadeiras...

Mas me explique quando deixamos de amar o que é simples? Não consigo entender, juro! Quando esse sentimento simbolizado pela cor vermelha passou a representar apenas a paixão ou puro e simplesmente o desejo?

Amor é mais que isso. Amor é muito maior. Amor é sentimento bom e não que traz dor. Sentimento que aquece e não gela. Esqueça tudo que lhe foi ensinado sobre o sentimento mais nobre de todos. Esqueça!

Sobre o amor apenas o sinta. Sinta-o por seus amigos, por sua família, por seus bichos, por sua profissão, por sua cidade. Quando algo mais quente bater, algo chamado paixão, sinta-a também. Em geral ela é uma versão do amor misturada com o tesão. Viva-a porque não se arrependerá. Se não der certo, acredite não faltou amor, apenas mudou a forma do sentimento (esqueci de mencionar que o amor se apresenta de múltiplas formas). Se a tristeza bater forte corra para seus amigos, pois os braços deles tem uma poderosa poção chamada abraço, que é cheia de amor e compreensão. Abraços aliviam tensões e alegram as almas mais inquitas.

Sobre abraços escrevo em outro momento.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Invenções: Caindo chuva de balde

Acordar cedo sempre me deixa meio aérea, sofro de falta de atenção e com excesso de criatividade, hehehehehe. Pois hoje, bem cedo, escuto no rádio "ouvinte mandou mensagem: tah caindo chuva de balde (...)" Automaticamente imaginei gotinhas caindo do céu, apavoradas, carregando baldinhos.

Criatividade é isso. Desenho feio, mas foi isso que imaginei.



quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Minimiam: uma série deliciosa e divertida



Todo mundo sabe que criança tem uma imaginação solta. Mas quando crescemos será que ela termina? Na minha opinião não, porém a limitamos por inúmeras circunstâncias. Contudo não foi o que aconteceu com os artistas e fotógrafos Akiko Ida e Pierre Javelle.

Eles criaram a série intitulada Minimiam. Um conjunto de fotos de comida com personagens em miniatura exercendo coisas do nosso dia a dia.

As fotos são incríveis e muito divertidas. Eu recomendo conhecer o site e também a categoria news, pois lá estão novas fotos e tudo que a dupla está fazendo, como exposições e publicações.

Veja algumas fotos:

Que tal assistir um show de patinação?/ Foto: Akiko Ida e Pierre Javelle

Foto: Akiko Ida e Pierre Javelle

Os freis peregrinos fazem suas orações enquanto caminham./ Foto: Akiko Ida e Pierre Javelle

Foto: Akiko Ida e Pierre Javelle

Subir lomba tem que ter força na perna./ Foto: Akiko Ida e Pierre Javelle

Passeios e brincadeiras na neve./ Foto: Akiko Ida e Pierre Javelle

Foto: Akiko Ida e Pierre Javelle
#AchadospelaWeb